
Seleção é a cara do Dunga
Como esperado, nenhuma surpresa. Ou seja, quase nenhuma.
Pra mim, a única novidade mesmo foi a não-convocação do goleiro Victor, do Grêmio. Uma tremenda sacanagem que só se explica pela insistência mórbida do técnico no Doni, que nem reserva é na Roma. O técnico assumiu que a razão foi a tal dívida de gratidão com o jogador, que comprou briga com o clube para jogar pela Seleção. Nada mais Dunga, e por isso o goleiro gremista pagou o pato. Por outro lado, Gomes ir à Copa é absolutamente merecido. Deve, inclusive, ser o reserva imediato de Júlio César. Doni, por gratidão, ganhou um pacote turístico de 40 dias pela África do Sul.
Gilberto como reserva na lateral não chega a ser novidade. Foi uma aposta na experiência em uma posição que reconhecidamente é o ponto fraco do time (tanto é que os dois escolhidos jogam atualmente no meio-campo). E até por isso, pois tanto o Cruzeiro quanto o Michel Bastos, podem quebrar galho no meio-campo. André Santos, como previ ainda em 2009, dançou ao ir se esconder na Turquia. Além, é claro, daquele mal-explicado escândalo por lá.
E a ausência de Adriano, essa então não é nenhuma surpresa. Dunga fugiria da coerência que ele tanto pregou desde 2006 se convocasse o atacante. Querer, ele queria. Mas quem não quis foi Adriano. Escrevi isso um mês atrás aqui no blog, o Imperador estava ele próprio ruindo com as chances de ir à Copa. Ou seja, nada mais justo.
Ganso, Neymar, Ronaldinho, nada disso. A Seleção é a cara do Dunga. É a tal “seleção de guerreiros”, baseada em princípios resgatados nos 3 anos e meio da Era Dunga, como patriotismo, amor à camisa, doação, essas coisas. E que ficou claro na convocação que foi talhada naquela final com a Argentina na Copa América de 2007. Esse grupo veio do fundo do poço abraçado com Dunga, e vai continuar assim. Podemos ganhar a Copa? Claro que sim. Jogando bonito? Claro que não.
Mas cá entre nós: torcedor fala em futebol-arte, jogar bonito, agora, a um mês da Copa. Na hora da verdade, quer mesmo é ganhar, não interessa muito os meios para chegar lá. Então, se o Dunga está convicto de que é assim, na base da irmandade, da “Família Dunga”, de tirar o máximo de jogadores medianos, que ele vai levar o Brasil ao hexa, daqui pra frente devemos ao menos acreditar nisso e dar força. Gostando ou não.
Como esperado, nenhuma surpresa. Ou seja, quase nenhuma.
Pra mim, a única novidade mesmo foi a não-convocação do goleiro Victor, do Grêmio. Uma tremenda sacanagem que só se explica pela insistência mórbida do técnico no Doni, que nem reserva é na Roma. O técnico assumiu que a razão foi a tal dívida de gratidão com o jogador, que comprou briga com o clube para jogar pela Seleção. Nada mais Dunga, e por isso o goleiro gremista pagou o pato. Por outro lado, Gomes ir à Copa é absolutamente merecido. Deve, inclusive, ser o reserva imediato de Júlio César. Doni, por gratidão, ganhou um pacote turístico de 40 dias pela África do Sul.
Gilberto como reserva na lateral não chega a ser novidade. Foi uma aposta na experiência em uma posição que reconhecidamente é o ponto fraco do time (tanto é que os dois escolhidos jogam atualmente no meio-campo). E até por isso, pois tanto o Cruzeiro quanto o Michel Bastos, podem quebrar galho no meio-campo. André Santos, como previ ainda em 2009, dançou ao ir se esconder na Turquia. Além, é claro, daquele mal-explicado escândalo por lá.
E a ausência de Adriano, essa então não é nenhuma surpresa. Dunga fugiria da coerência que ele tanto pregou desde 2006 se convocasse o atacante. Querer, ele queria. Mas quem não quis foi Adriano. Escrevi isso um mês atrás aqui no blog, o Imperador estava ele próprio ruindo com as chances de ir à Copa. Ou seja, nada mais justo.
Ganso, Neymar, Ronaldinho, nada disso. A Seleção é a cara do Dunga. É a tal “seleção de guerreiros”, baseada em princípios resgatados nos 3 anos e meio da Era Dunga, como patriotismo, amor à camisa, doação, essas coisas. E que ficou claro na convocação que foi talhada naquela final com a Argentina na Copa América de 2007. Esse grupo veio do fundo do poço abraçado com Dunga, e vai continuar assim. Podemos ganhar a Copa? Claro que sim. Jogando bonito? Claro que não.
Mas cá entre nós: torcedor fala em futebol-arte, jogar bonito, agora, a um mês da Copa. Na hora da verdade, quer mesmo é ganhar, não interessa muito os meios para chegar lá. Então, se o Dunga está convicto de que é assim, na base da irmandade, da “Família Dunga”, de tirar o máximo de jogadores medianos, que ele vai levar o Brasil ao hexa, daqui pra frente devemos ao menos acreditar nisso e dar força. Gostando ou não.

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